quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Propaganda Política - fiasco, inútil, útil, non sense
Esta semana mandaram um link com o vídeo de uma propaganda política que usa o desenho da Frozen?!?!?! como cabo eleitoral pro candidato?!?!?!??
Em que mundo ele vive? Será que ainda existe eleitores que votam em candidatos rasos como este?
Sim, existem. E muitos pois não duvido que este candidato e outros tantos que aparecem nas propagandas serão eleitos com muitos votos.
Essa é a minha tristeza. Mesmo com tantas informações, fontes de pesquisas e internet os eleitores continuam votando no candidato bonito, no que promete terras, legalização de áreas nem sempre liberadas para moradias, no que promete empregos, concursos e muitas outras formas de iludir o eleitorado.
Muitas promessa vazias são feitas nesta época e após as eleições e seu resultado. Todas, eu escrevi TODAS, serão esquecidas porque o objetivo foi alcançado, se ELEGER.
E o eleitor vira o ser insignificante de antes. Esquecido. Fantasma. Indiferente. Segue a vida como se nada houvesse acontecido. Mas aconteceu e em muitos casos aconteceu o pior. Elegeu alguém indevido para um cargo de importância para a vida pública do bairro, cidade, município, estado, país.
Passamos recentemente pelo segundo impeachment do Brasil. Onde o Presidente, autoridade máxima da república é impedido de concluir seu mandato sendo retirado de seu posto e o vice-presidente assumindo o comando do País para finalizar o mandato. (uma rápida e curta explicação do processo).
No primeiro processo de impeachment fui para as ruas junto com amigos de colégio, intelectuais, artistas, vizinhos, desconhecidos, empresários e muitos outros... Estávamos reivindicando um país melhor menos corrupto, mais justo, mais igualitário. Este era o meu pensamento. Certo ou errado era como eu via.
O processo caminhou e o presidente foi afastado e perdeu seus direitos políticos por 08 anos.
Para minha surpresa após este período o que acontece? A mesma figura que fora afastada e se tornado inelegível por 08 anos é novamente eleito pelo voto do povo para uma vaga de senador!
É o destino querendo que a gente aprenda a escolher melhor nossos representantes no congresso/senado.
Voltando a falar das propagandas políticas que são horríveis, rasas, sem nexo, sem conteúdo, sem.
Se pegarmos as propagandas de 20 anos atrás veremos as mesmas frases, promessas, desejos, que vemos agora em 2016. E o que mudou? Nada! As vezes nem o candidato...
Meu desejo é que comecemos a exigir que as promessas de campanhas sejam cobradas e realizadas!
Reclamamos para todo o mundo quando somos enganados pela indústria e nos calamos quando somos enganados pelos políticos.
Desejo que ao analisarmos melhor os políticos deveríamos exigir deles transparência e realização de suas promessas feitas em campanha no mínimo, durante o mandato.
Esse é meu ponto de vista.
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Reflexão sobre política e essa discursão de contra e a favor....
terça-feira, 22 de março de 2016
Queria ser...
Queria ser como meus amigos que atacam o governo atual, pois eles têm olhos e não vêem.
Queria ser como meus amigos agnósticos que não crêem.
Queria ser como meus amigos crentes (de qualquer religião) por crêem.
Queria ser como meus amigos coxinhas que viajam todo fim de semana para Disney.
Queria ser como meus amigos pão com mortadela que sempre reivindicam seus direitos.
Queria ser como meus amigos veganos que não sentem falta de comer carne.
Queria ser como meus amigos onívoros que comem de tudo.
Queria ser como meus amigos advogados que defendem a lei.
Queria ser como meus amigos arquitetos que constroem coisas tortas - quis dizer redondo, sinuoso, arcos otomanos ou romanos.
Queria ser como meus amigos pedreiros que auxiliam os amigos engenheiros e arquitetos.
Queria ser como meus amigos psicólogos que culpam sempre o doidinho do Freud e sua mãe.
Queria ser como meus amigos médicos que ajudam o próximo a melhorar.
Queria ser como meus amigos enfermeiros que auxiliam os médicos que ajudam o próximo.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Somos todos corruptos.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
A vida de Truman, verdade ou mentira?
Sim, seria! Em minha opinião seria possível fazer um reality desde o nascimento e "conter" a pessoa desde seu nascimento até a idade adulta num imenso estúdio, com atores, figurantes, inúmeras câmaras ocultas e nós, de espectadores.
Hoje em dia temos a tecnologia, as micro câmeras, o dinheiro e o principal os telespectadores.
Ver o filme dá uma aflição, nervoso, tensão, apreensão e qualquer outra sensação de aperto no coração.
O sofrimento do personagem principal, já com seus 30 e tantos buscando algo que não era mais possível dele obter do diretor do programa.
A busca em compreender seu destino. O porquê de sua existência. Uma aventura. Viver sua vida com o livre arbitrio. E isso não era permitido para o programa de TV.
E é aí que o filme começa a ficar mais interessante. A personagem começa a perceber pequenos loops, repetição de atores em papéis diferentes, os erros dos técnicos dos estúdios.
Inicia então uma luta para entender o que acontece. O que pode fazer? Questiona sua própria vida. Tudo para realizar a tão sonhada viagem para Fiji. Que para nós, aqui do lado de fora, Fiji era Nova Iguaçu - RJ, Guará - DF, Itamaracá - PE, Boqueirão - PR, por exemplo ou qualquer outro bairro/cidade/município distante dentro ou fora do país, que não seja conhecido por nós.
E continuávamos vendo o desespero dele querer conhecer o novo e das artimanhas que o programa fazia para que não fosse realizado. Torcíamos por ele e para ele. Nunca pelo show.
A mudança na rotina da personagem principal causa um rebuliço no show, a anos no ar. Fazendo com que o diretor orquestrasse, sem sucesso, que os atores próximos ao Truman conseguisse fazê-lo desistir desta loucura.
Passamos a ver o surrealismo das artimanhas e que todas acabam sem atingir o objeto.
Truman luta para realizar seu sonho em conhecer Fiji. Lutando contra tudo e todos. Arriscando a própria vida e dando o passo principal e necessário, o primeiro!
E após de conseguir "destruir" o cenário e quase morrer no lago. A personagem tem uma conversa com o Diretor, já desesperado e sem saída, vê que seus esforços não funcionaram e que o que a personagem continuava desejando era descobrir o mundo, seu próprio mundo pelo seu simples desejo.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Mudanças 2013 - Parte 01
Inicio o ano com mais uma mudança: um curso de confeitaria numa das melhores escolas de gastronomia da Argentina. O curso será intensivo - 40 horas semanais, e todas as aulas são práticas, ou seja, estudar e praticar muito e depois mais um pouco. (risos)
Surpresa? Que nada. Fazendo a roda do conhecimento girar e indo buscar conhecimento, técnica e prática.
Aprender os segredos, experimentar novos sabores, deixar a imaginação fluir e buscar o doce perfeito, se é que existe - cada um tem seus gostos e preferências. Estas etapas serão meu mantra nas próximas semanas de janeiro.
Muito deste aprendizado já está em andamento. Os vários muffins, cupcakes, pães doces e salgados feitos, partilhados ou comercializados com os amigos foi o início. Depois, passei pelo intensivo em aprender uma língua estrangeira, o espanhol, porque chegar lá e falar "portunhol" seria vergonhoso demais.
Agora é a hora do teste de aprendizado tanto na língua quanto nos quitutes e guloseimas!
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Saí da minha zona de conforto há quase um ano. Pulei dentro de um caldeirão de emoções neste período. Medo, Coragem, Força, Pensamentos bons e ruins, Anseios...
Quase voltei atrás mas como já tinha dado o passo inicial decidi seguir em frente e planejar os próximos passos e buscar conhecimento. Freqüentei o SEBRAE - com uma vasta biblioteca, consultores para tirar dúvidas e cursos muitas vezes gratuitos, Feiras de negócio, falei com empresários. Precisava de informações para conhecer o meu novo mercado de trabalho.
Ainda tem muito mais para acontecer neste ano que acabou de iniciar. Compartilharei assim que possível.
Momento Merchan:
* Recomendo a quem quer se "aventurar" no mundo dos negócios conhecer o que o Sebrae tem a oferecer.
"O mundo não é para amadores."
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Imagem é tudo? As vezes é a única coisa...
Via qualquer coisa na televisão. Programas bobos, novelas, filmes, telejornais, documentários, seriados e até os comerciais. Estes então me fascinavam e ainda atraem minha atenção.
Ver a criatividade de vários profissionais em 30 segundos é uma diversão. Algumas são muito boas outras nem tanto, mas avaliando o pequeno tempo, de 3 a 5 minutos, e a grande qantidade de propagandas espremidas a que te chama atenção merece algum crédito.
E quem não lembrado comercial do primeiro sutiã?
http://www.youtube.com/watch?v=JlIAtOVY4qo
Sprite - sede é tudo!
http://www.youtube.com/watch?v=v18lgAqxf1o
Bombril? Entre muitos outros.
http://www.youtube.com/watch?v=K3ISt2ziLkI
Selecionei apenas alguns...
Agora se pararmos para analisar qual a função deles?
* Chamar nossa atenção e vender um produto ou serviço.
E o que fazer quando este produto? Difícil saber a melhor saída. Reclamar? Bater boca com a empresa? Procon? Pequenas Causa?
Já tive inúmeros problemas com várias empresas. E sempre tentei resolver conversando. Mas nem sempre deu certo. Acabei ficando mesmo no prejuízo.
Empresas vendem serviços que não têm capacidade para cumprir, produtos sem qualidade e muitos clientes insatisfeitos.
E nós como cliente o que temos que fazer? O QUE FAZEMOS?
Fica a pergunta no ar... Responder e refletir fica para cada um de vocês leitores...
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Voltando as origens
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Porque gosto de ficar na cozinha?
Nunca reclamou de fazer comida para 6 pessoas e chegarem 15 comensais. Fazer comida as pressas para não faltar para ninguém.
Nunca achou ruim passar horas e horas na frente do fogão. Queimando os dedos. Cortando os dedos. "Escondida" na cozinha. Alimentando a família.
Sempre foi este o ofício dela: manter a casa organizada. E esta atividade consistia em acordar cedo para o preparo do café da manhã, prepara o almoço, o café da tarde e o jantar. Resumindo MUITO, essa foi a rotina de minha avó.
Desde de muito pequeno passava horas com minha avó. Ajudando no que podia. Correndo pela casa. Quebrando uma coisa ou outra... E sempre me lembro dessa época, eu e ela na cozinha.
Na cozinha era onde tudo acontecia. As conversas, os encontros, as risadas, a família reunida...
Dias chuvosos eram motivos para os famosos bolinhos de chuva. Comer até não aguentar mais na frente da TV vendo sessão da tarde.
Domingos? Também era dia de visitar meus avós. Acordar cedo ir para a igreja e depois almoçar com meus avós. Era a rotina da família: ver Programa Silvio Santos. Futebol pela televisão. E finalizar o dia vendo Fantástico. Passados muitos anos meus domingos ainda são assim com pequena variação. Mas a ida a meu avô continua firme e forte.
O Natal era época de muita fartura! Pernil assando por horas no forno. Um batalhão de gente na cozinha!! Um entra e sai de parente pelos cômodos da casa. Primos chegando. Rabanadas quentinhas saindo da frigideiras. Arroz de festa. Chester. Farofa. Frutas. Tudo para uma única noite.
Aniversários ou outra comemoração qualquer que inventassem que seria na casa de meus avós certamente minha avó estaria no fogão para manter o bem fazer e a boa comida para a família e amigos próximos ou nem tão próximos assim.
Sempre tive uma relação com a cozinha desde pequeno... E isso cresceu nos últimos anos. Somados a novos rstaurantes, novas comidas, experiências gastronômicas, estudos...
segunda-feira, 21 de março de 2011
Dias cinzas... é todo mundo tem um dia assim na vida
Porque existem pessoas que apenas criticam com a intenção de desprestigiar o trabalho feito? E porque é tão difícil ajudar os outros a melhorar?
A pesada rotina do dia-a-dia, metas a cumprir, contas a pagar, ter uma vida pessoal e que esta não atrapalhe a vida profissional.
Nos faz entrar numa roda onde somente o próximo é melhor, o próximo é o importante, somente o próximo importa. E num girar cada vez mais rápido não damos o devido valor as conquistas feitas. As que realmente importam. A boa nota do filho, um afago dos pais, mesmo já em idade avançada. Um olhar caloroso da esposa ao chegar em casa.
E assim vão se passando os dias, meses, anos. A vida passa num segundo. E só damos importância quando é tarde demais.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Por quantas moedas você venderia a sua alma?
Você só conhece de verdade a pessoa quando há dinheiro em disputa sobre a mesa. Ouvi isso duas vezes. De pessoas diferentes. Com a mesma intenção: insinuar desonestidade e traição no comportamento do outro diante de uma possibilidade de ganho financeiro. O interessante é que disseram isso uma em relação a outra. Então deve ser verdade. Deve ser um traço universal da nossa espécie. Uma das tantas verdades que definem o ser humano e que são duras de admitir – porque, se definem o humano, meu amigo e minha amiga ingênuos, acabam definindo a mim e a você também, forçosamente.
Machado de Assis era um mestre (ou melhor: é. Sua obra é imortal) em identificar e escancarar, com ironia perfurante, essa grande mesquinhez que habita a alma de quase todos nós. E que se acentuaria na medida dos ganhos e da locupletação colocados sobre a mesa. Tem um conto exemplar do Machado em que um sujeito se sente impelido a dar uma gorjeta a outro por um serviço bem prestado. À medida que vão se aproximando, na rua, o sujeito vai revendo seu ímpeto generoso. Pensa que o outro ficaria feliz com menos, que não precisaria dar tanto, que muitíssimo menos já resolveria, e assim vai arregimentando uma série de atenuantes. Vai de tal forma tratando de minguar intimamente a ideia da gorjeta que, ao se cruzarem, ela já virou nada, coisa nenhuma. Acho que o sujeito sequer cumprimenta o outro. No mais das vezes, nós somos assim. Pequenos. Vis. Egoístas. Matamos a generosidade e a gratidão em nós como se elas fossem doenças que, se não tratadas, nos levariam à morte por miséria e por escárnio. (E no mundo em que vivemos talvez esse medo não seja totalmente absurdo.) O desapego e a entrega e a correção e a justeza são traços absolutamente raros de caráter. Virtudes cada vez menos frequentes e portanto, a meu ver, cada vez mais valiosas, fundamentais, necessárias. Coisa para poucos, pouquíssimos.
É realmente triste contemplar o ser humano sob esse prisma. Inclusive porque essa visão é cristalina: é assim mesmo que as coisas são. Você abre uma empresa e na hora de escapar dos ônus ou de dividir os bônus é um deus nos acuda, ou um toma que o filho é teu ou um pega para capar. (Três clichês para deixar bem claro o que quero dizer.) Sabe o seu irmão querido, com quem você tem tanto em comum? Pode virar um ogro na hora da partilha da herança que vocês tem em comum. Ou pior: o ogro pode ser você. Sabe sua filha, por quem você daria sua vida? Talvez vá ter vergonha de você e não vá querer vê-lo mais assim que você envelhecer. Sabe sua mulher, com quem você tem conta conjunta e com quem você partilha todas as suas conquistas materiais e sua vida financeira? Ahahahah. É isso o que tenho a lhe dizer: ahahahah.
A essas todas, tento pensar como um Jedi: primeiro, é preciso resistir ao Lado Sombrio da Força. A cafajestice generalizadã não pode fazê-lo virar mais um Lord Sith a empestear o universo. Segundo, é preciso sempre lançar mão do Sabre de Luz para defender o que é bom e justo. A começar, pelo que é bom e justo dentro de você.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS
Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)
O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma
mobília, sem portas ou janelas, sem relógio.... você começará a perder a
noção do tempo..
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as
reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de
sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento
dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos,
como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar
conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no
índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela
primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente
colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o
tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada
vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa
atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os
sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com
os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual
marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no
lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente.
Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados
de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a
experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas,
pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -....
enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de
verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de
novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de
novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das
pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um
livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M(Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou
registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias
sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no
seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário
para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de
momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo,
bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite
parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do
cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal,
vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Seja diferente!!
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu
marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras
culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras
palavras... V-I-V-A. !!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e
buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais
interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida
que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões
diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
Tô Feliz (Matei O Presidente)
Composição: Gabriel O Pensador
Atirei o pau no rato
Mas o rato não morreu
Dona Rosane, admirou-se do ferrão
Três-oitão que apareceu
Todo mundo bateu palma quando o corpo caiu
Eu acabava de matar o Presidente do Brasil
Fácil um tiro só
Bem no olho do safado
Que morreu ali mesmo
Todo ensanguentado
Quê? Saí voado com a polícia atrás de mim
E enquanto eu fugia eu pensava bem assim:
"Tinha que ter tirado uma foto na hora em que o sangue espirrou
Pra mostrar pros meus filhos
Que lindo, pô"
Eu tava emocionado mas corri pra valer
E consegui escapar
Ah tá pensando o quê?
E quando eu chego em casa
O que eu vejo na TV?
Primeira dama chorando perguntando (Por quê?)
Ah! Dona Rosane dá um tempo num enche num fode
Não é de hoje que seu choro não convence
Mas se você quer saber porque eu matei o Fernandinho
Presta atenção sua puta escuta direitinho
Ele ganhou a eleição e se esqueceu do povão
E uma coisa que eu não admito é traição
Prometeu, prometeu, prometeu e não cumpriu
Então eu fuzilei, vá pra puta que o pariu
É "podre sobre podre" essa novela
É Magri, é Zélia
É Alceni com bicicleta e guarda-chuva
LBA Previdência chega dessa indecência
Eu apertei o gatilho e agora você é viúva
E não me arrependo nem um pouco do que fiz
Tomei uma providência que me fez muito feliz
Hoje eu tô feliz! (Minha gente!)
Hoje eu tô feliz matei o presidente
Eu tô feliz demais então fui comemorar
A multidão me viu e começou a festejar
(É Pensador, é Pensador, é Gabriel O Pensador)
Me carregaram nas costas
A gritaria não parou
Eu disse "Eu sou fugitivo gente não grita o meu nome por favor!"
Ninguém me escutou e a polícia me encontrou
Tentaram me prender
Mas o povo não deixou
(O povo unido jamais será vencido)
Uma festa desse tipo nunca tinha acontecido
Tava bonito demais
Alegria e tudo em paz
E ninguém vai bloquear nosso dinheiro nunca mais
Corinthiano e Palmeirense
Flamenguista e Vascaíno
Todos juntos com a bandeira na mão cantando o hino
("Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante")
E começou o funeral e o povo todo na moral
Invadiu o cemitério numa festa emocionante
Entramos no cemitério cantando e dançando
E o presidente estava lá já deitado nos esperando
Todos viram no seu olho a bala do meu três-oitão
E em coro elogiamos nosso atleta no caixão:
(Bonita camisa Fernadinho
Bonita camisa Fernadinho
Bonita camisa Fernadinho
Você nessa roupa de madeira tá bonitinho!)
E como sempre lá também tinha um grupo mais exaltado
Então depois de pouco tempo o caixão foi violado
O defunto foi degolado, e o corpo foi queimado
Mas depois não vi mais nada porque eu já tava cercado de mulheres e aquilo me ocupou
(Ai deixa eu ver seu revólver Pensador!)
Então eu vi um pessoal numa pelada diferente
Jogando futebol com a cabeça do Presidente
E a festa continuou nesse clima sensacional
Foi no Brasil inteiro um verdadeiro carnaval
Teve um turista que estranhou tanta alegria e emoção
Chegando no Brasil me pediu informação:
(O Brasil foi campeão? Tá todo mundo contente!)
Não amigão
É que eu matei o presidente!
(Refrão)
E o velório vai ser chique
Sem falta eu tô lá
É ouvi dizer que é o PC que vai pagar
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Teoria de Café - BBB
A teoria BBB (BOM, BONITO e BARATO - Escolha 2 apenas).
A idéia é muito simples e com uma visão de negócio impressionante.
Funciona assim:
Se é BOM e BARATO, não é BONITO
Se é BONITO e BARATO, não é BOM
Se é BOM e BONITO, não é BARATO
Agora é refletir e escolher o que queremos. Lembre-se, só podemos ter 2 das 3 opções.
E com essa simplicidade fechamos um ótimo café.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Viver a vida (Real)

Explicarei primeiramente que não é sobre a novela, que já chegou ao fim.
Tenho pensado sobre o que quero na vida. O que desejo para o meu futuro. Qual caminho seguir?
E a resposta é simples: VIVER.
Viver minha família
Viver os amigos
Viver o meu trabalho
Viver a VIDA que tenho...
E viver significa literalmente viver!
Viver uma vida digna.
Acordar, ir para o trabalho, conversar, comer, ver tv, filmes, ler livros, revistas, dormir e começar tudo de novo.
Todos os dias de nossa vida.
Fazer do seu dia um dia cheio de alegria, feliz. Digo que vale a pena ser assim e buscar a felicidade a cada dia de vida.
A felicidade está ligada a sua atitude. Não em sua conta bancária. Ou nos amigos que tem. Ou nas festas que se frequenta.
Ser feliz deve ser nosso objetivo de vida.
Sejamos felizes, então.
sábado, 1 de maio de 2010
Mito da Caverna, de Platão
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Música Chiclete n02 - Créu
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Marta Medeiros
quarta-feira, 3 de março de 2010
Avance Sempre
Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.
Continue andando e fazendo.
O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.
A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.
Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.
Então continue andando e fazendo. Não desperdice a base que você já construiu. Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.
Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.
Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!!!
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Será que nossa vida ficou desinteressante?
Vivemos num mundo cercado por câmeras hoje em dia. Somos filmados todos os dias e a todo o momento.
Pegamos o elevador para ir para o trabalho e começa nossa maratona de filmagem.
Caminhamos para pegar o ônibus e passamos por inúmeras câmeras. Nos filmam durante a viagem para o trabalho. Chegamos. No elevador estamos sendo filmados. Trabalhamos sendo vigiados. Voltamos para casa a noite, filmados. E tudo recomeça no dia seguinte.
Ligamos a televisão e o que é mostrado? A vida alheia.
Big Brothers, Solitários, A Fazenda, Nós 3, Geléia do Rock, Sem Destino, Vai pra onde?, Survivor, Casa dos Artistas, No Limite, O Aprendiz, Ídolos, Troca de Esposas, Troca de Tesouras, Extreme Makeover, Super Nanny, Qual é o seu talento?, Esquadrão da Moda, 10 anos mais jovem, So you think you can dance?, Amazing Race, Cada coisa em seu lugar, Chef a domicilio, Perder para ganhar, Uma semana para salvar seu casamento, Noivas Neuróticas, SOS Babá, Mude meu look, Glamour superstar, Guru de estilo, Um toque de Celebridade, Minha casa, meu estilo, Mi casa, su casa, e muitos outros de Reality shows espalhados pelos inúmeros canais da TV paga ou aberta...
Será que cansamos de viver nossas vidas e preferimos viver a vida dos outros? Ou não?
Algo similar foi mostrado no filme “The Truman Show” onde o personagem principal vivia numa cidade cenográfica e todos com quem ele “contracenava” não eram parentes ou vizinhos ou amigos de escola. Eram atores que desempenhavam papeis importantes, ou não, para que a história contada fosse ou se tornasse interessante para milhares de espectadores.
A TV nos mostram um mundo do faz de conta que não existe.
Ninguém acorda maquiado e pronto para sair da cama como se nada tivesse acontecido.
Não se mostra a vida real. O real assusta.
Já pensou se a mocinha da novela das 8 acordasse com o rosto com remela e babando no travesseiro? Imagem censurada! Ela sempre acorda com cabelo penteado e com o café da manhã posto. Sem gritos pela casa. Sem cara feia de quem estiver próximo dela. Sem sentir o calor de 40 graus em pleno Rio de Janeiro as 10h.
Porque viver a nossa própria vida ficou em segundo plano? Será que isso é real? Será que não somos importantes? Ou simplesmente nos deixamos ser guiados e nos abstemos de cometer nossos próprios erros e acertos?