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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A vida de Truman, verdade ou mentira?

Hoje zapeando os canais da TV parei num canal que passava pela enésima vez o filme, "A vida de Truman", e claro que eu parei e vi de onde estava o filme refletindo toda e cada ação. E pensando se seria possível acontecer algo como no filme.

Sim, seria! Em minha opinião seria possível fazer um reality desde o nascimento e "conter" a pessoa desde seu nascimento até a idade adulta num imenso estúdio, com atores, figurantes, inúmeras câmaras ocultas e nós, de espectadores.

Hoje em dia temos a tecnologia, as micro câmeras, o dinheiro e o principal os telespectadores.

Ver o filme dá uma aflição, nervoso, tensão, apreensão e qualquer outra sensação de aperto no coração.

O sofrimento do personagem principal, já com seus 30 e tantos buscando algo que não era mais possível dele obter do diretor do programa.

A busca em compreender seu destino. O porquê de sua existência. Uma aventura. Viver sua vida com o livre arbitrio. E isso não era permitido para o programa de TV.

E é aí que o filme começa a ficar mais interessante. A personagem começa a perceber pequenos loops, repetição de atores em papéis diferentes, os erros dos técnicos dos estúdios.

Inicia então uma luta para entender o que acontece. O que pode fazer? Questiona sua própria vida. Tudo para realizar a tão sonhada viagem para Fiji. Que para nós, aqui do lado de fora, Fiji era Nova Iguaçu - RJ, Guará - DF, Itamaracá - PE, Boqueirão - PR, por exemplo ou qualquer outro bairro/cidade/município distante dentro ou fora do país, que não seja conhecido por nós.

E continuávamos vendo o desespero dele querer conhecer o novo e das artimanhas que o programa fazia para que não fosse realizado. Torcíamos por ele e para ele. Nunca pelo show.

A mudança na rotina da personagem principal causa um rebuliço no show, a anos no ar. Fazendo com que o diretor orquestrasse, sem sucesso,  que os atores próximos ao Truman conseguisse fazê-lo desistir desta loucura.

Passamos a ver o surrealismo das artimanhas e que todas acabam sem atingir o objeto.

Truman luta para realizar seu sonho em conhecer Fiji. Lutando contra tudo e todos. Arriscando a própria vida e dando o passo principal e necessário, o primeiro!

E após de conseguir "destruir" o cenário e quase morrer no lago. A personagem tem uma conversa com o Diretor, já desesperado e sem saída, vê que seus esforços não funcionaram e que o que a personagem continuava desejando era descobrir o mundo, seu próprio mundo pelo seu simples desejo.


terça-feira, 3 de julho de 2012

O que voce fez (ou faz) de importante em sua vida?

Dia desse me peguei pensando no título deste post. Acho que ouvi num comercial ou li alguma citação de alguém famoso. Não importa.

Desde o nascimento, corremos atrás de algo. Mas nunca paramos para analisar e refletir sobre nossas vidas, nossas decisões, erros, acertos. Ou quando paramos é poque a vida nos dá "aquele" susto - morte de parente ou amigo, demissão ou alguma outra perda.

Porque parar para refletir somente quando estamos passando por momentos delicados em nossas vidas? Porque não parar com um pouco mais de frequência?? Cada um de nós temos que encontrar este tempo para refletir. (Como ouvi numa peça de teatro: "cada um a seu tempo...") Mas é importante parar e saber onde estamos e para onde estamos indo. Avaliar e ver a caminhada é mais importante do que o destino, em minha opinião.

Passei a adolescência procurando meu eu interior. Ou tentando entender qual o sentido da vida. Porque eu estava no mundo? Qual era a minha missão? Qual seria meu destino? Ou o que eu faria para ganhar dinheiro? Trabalho? Relacionamentos? Onde iria morar? O que era felicidade? Muitas questões e nenhuma resposta. Estas viriam e virão em pequenas mudanças durante a vida.

Terminei meus estudos, num colégio de freiras, e parti para o que achava seria a segunda etapa da vida - o segundo grau (antiga nomeclatura).

Primeira mudança!

Novo colégio. Amigos nem tanto, muitos foram para o mesmo colégio - o que era um alento por manter os amigos e a amizade. Novos professores. Novas matérias. Estudos. Novas amizades. Passeios. Festas. Matinês.
Alguns meses a frente descobri que faria outra mudança. Só que agora era de cidade e estado!!!

Segunda mudança!

Casa nova, cidade, estado, amizades, amigos, professores, sotaque, ônibus, ruas, clima, vizinhos...
Tudo novo! E era tudo mesmo!!!
A família mudou para uma cidade menor e que prometia uma vida melhor para seus moradores. Era um modelo de cidade. Planejada, com vias expressas, ruas limpas e muito a ser descoberto.
A paixão a primeira vista pela cidade passou no primeiro inverno. Ohhh frio! E que frio!
Mantive contato com muitos dos amigos antigos e sempre escrevia muitas cartas (de papel) não existia internet como hoje em dia. E me confortava escrever 10 ou mais cartas e contar tudo que acontecia de novo comigo e eu lendo as respostas me informando das mudanças da cidade que deixei, fisicamente.
E no final de ano com as férias escolares era o momento de reencontrar com o passado: arrumar as malas e rever os amigos antigos e rir de nós mesmos de nossas vidas, nossos acertos, nossos medos e nossas decisões. Uma semana de visita ao passado. Revigorante.
O vestibular chegou e a faculdade iniciou, mais mudanças pela frente.
Tudo novo, de novo! Horário de estudo, conhecimentos, professores e suas manias, truco, matar aulas, fazer novas amizades. Trabalhar, porque tinha que por em prática o que era ensinado nos bancos da faculdade. A vida adulta batia na porta.
Passei por alguns estágios, estudei muito e dormi pouco - com 20 e poucos anos a última coisa que você pensa em fazer é dormir. Até iniciar numa empresa como funcionário efetivo.
Veio o primeiro salário e o consumo! Aprender a gastar com parcimônia e inteligência seu dinheiro. Foi difícil mas não foi impossível. Comprava muita coisa e adorar ir aos shoppings ver as novidades e quando possível comprá-las!
Mas um dia eu iria escorregar... e foi pouco salário para o mês inteiro. Entrei em pânico. Nunca tinha me acontecido e tive que aprender como evitar. O mês seguinte foi digamos de retiro. Retiro das economias para cobrir o rombo feito no período passado.
Aprendi com o episódio e tive apenas muitos anos depois outro episódio semelhante, mas sabia o que deveria fazer e como fazer.
Outros empregos vieram. E algo me atraía para a minha cidade natal. E um novo emprego me fez voltar a viver na cidade natal.

Terceira mudança!

Agora o passo era maior! Morar sozinho, pagar muitas contas que eu não tinha nem idéia de que existiam. E como uma amiga comentou comigo: "As coisas (alimentos) estragam mesmo na geladeira!" Tudo era aprendizado novo e constante.
A correria. O Trânsito. Novos amigos. Novo horário de trabalho. Novos passeios.
Passei bons anos e chegou a hora de mudar de novo.

Quarta mudança!

Esta foi e tem sido uma mudança em tudo. A nova cidade é organizada mas sofre com o precário transporte público.
Eu depois de anos fazendo um trabalho, troquei de profissão. Agora tudo é muito, mais MUITO novo e revelador, estressante e interessante, muito mais corrido e inebriante!
Porque saí da zona de conforto? Sem resposta para essa. Ou eu diria que era o momento para dar uma virada na vida. Sair e fazer algo diferente do mesmo. Algo que encante quem você gosta e conhece ou quem acabou de conhecer.
Antes de decidir realizar esta mudança me preparei. Fiz um curso profissionalizante. Preparei uma reserva financeira.
Pensei muito antes de decidir. Muitos me apoiavam e muitos diziam que eu era louco. Temos que ter opinião de todos sendo boas ou não.

E respondendo ao título do post. O que eu fiz ou faço de importante em minha vida? É cultivar amigos, ter uma boa família,  sorrir para as adversidades e tentar mudar um resultado negativo. Me propor a fazer mais. A viver mais. A criar novos vínculos. Excluir outros. E o principal: mudar. Porque é mudando que nós crescemos como ser humano, pessoa, indivíduo.

Mude algo também. Essa é minha dica. Mude o caminho para o trabalho. Leia um livro que você não leria. Altere o caminho para sua casa. Estimule seu cérebro. E cresça.






quinta-feira, 28 de abril de 2011

QUE A SUA LUZ POSSA ESTAR BRILHANDO AINDA MAIS INTENSAMENTE

recebi por email...

QUE A SUA LUZ POSSA ESTAR BRILHANDO AINDA MAIS INTENSAMENTE.


1 * Aceite que há dias em que você é o pombo e outros em que você é a estátua.

2 * Mantenha sempre tuas palavras leves e doces pois pode acontecer de você precisar engolir todas elas.

3 * Só leia coisas que façam você se sentir bem e ter a aparência boa de quem está bem, caso você morra durante a leitura.

4 * Dirija com cuidado. Não são só os carros que apresentam defeitos e têm recall do fabricante.

5 * Se não puder ser gentil, pelo menos tenha a decência de ser vago.

6 * Se você emprestar $200 para alguém e nunca mais o ver, provavelmente valeu a pena pagar esse preço para se livrar dessa má pessoa.

7 * Pode ser que o único propósito da tua vida seja servir de exemplo para os outros.

8 * Nunca compre um carro que você não possa manter.

9 * Quando você tenta pular obstáculos lembre que está com os dois pés no ar e sem nenhum apoio.

10 * Ninguém se importa se você consegue dançar bem ou não. Para participar e se divertir no baile, levante e dance! Pronto!

11 * Uma vez que a minhoca madrugadora é a que é devorada pelo pássaro, durma até mais tarde sempre que puder.

12 * Lembre que é o segundo rato que come o queijo - o primeiro fica preso na ratoeira. Saiba esperar.

13 * Lembre, também, que sempre tem queijo grátis nas ratoeiras.

14 * Quando tudo parece estar vindo em tua direção para te atropelar, provavelmente você está do lado errado da estrada.

15 * Aniversários são bons para você. Quanto mais você tem, mais tempo você vive.

16 * Alguns erros são divertidos demais para serem cometidos uma só vez.

17 * Podemos aprender muito com uma caixa de lápis de cor. Alguns lápis têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça. Alguns têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam viver na mesma caixa.

18 * Não perca tempo odiando alguém, remoendo ofensas e pensando em vingança. Enquanto você faz isso a pessoa está vivendo bem feliz e você é quem se sente mal e tem o gosto amargo na boca.

19 * Quanto mais alta é a montanha mais difícil é a escalada. Poucos conseguem chegar ao topo, mas são eles que admiram a paisagem do alto e fazem as fotos que você admira dizendo "queria ter estado lá".

20 * Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida, desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem.

"Portanto, antes de voltar para casa esta noite, deposite sua carga de trabalho/vida no chão. Não carregue para casa. Você pode voltar a pegá-la amanhã. Com tranqüilidade."

domingo, 16 de janeiro de 2011

OS PAIS ENVELHECEM

Recebi por email e achei uma bela mensagem para compartilhar!
...

Talvez a mais rica, forte e profunda experiência da caminhada humana seja a de ter um filho.
Plena de emoções, por vezes angustiante, ser pai ou mãe é provar os limites que constituem o sal e o mel do ato de amar alguém.
Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inocência e graça.
Basta vê-los para que o coração se alargue em riso e cor. Um sorriso é capaz de abrir as portas de um paraíso.
Eles chegam à nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.
Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus próprios caminhos, parceiros e profissões. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.
O tempo se encarrega da formação de novas famílias. Os netos nascem. Envelhecemos. E então algo começa a mudar.
Os filhos já não têm pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora só os ouvem para fazer críticas, reclamar, apontar falhas.
Já não brilha mais nos olhos deles aquela admiração da infância e isso é uma dor imensa para os pais.
Por mais que disfarcem, todo pai e mãe percebe as mínimas faíscas no olho de um filho.
É quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho já não me tem como seu herói particular?
Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era referência para tudo na vida.
Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente não ouvem mais os conselhos.
A cada dia demonstram mais impaciência. Acham que os pais têm opiniões superadas, antigas.
Pior é quando implicam com as manias, os hábitos antigos, as velhas músicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.
Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles estão bem idosos, já não decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente são ouvidos quando tentam fazer algo diferente.
Passeios, comida, roupas, médicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.
E, no entanto, os pais estão apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que então desrespeitá-los?
Por que tratá-los como se fossem inúteis ou crianças sem discernimento?
Sim, é o que a maioria dos filhos faz. Dá ordens aos pais, trata-os como se não tivessem opinião ou capacidade de decisão.
E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, há tanto amor. Naquelas mãos trêmulas, há sempre um gesto que abençoa, acaricia.
* * *
A cada dia que nasce, lembre-se, está mais perto o dia da separação. Um dia, o velho pai já não estará aqui.
O cheiro familiar da mãe estará ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.
Então, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo.
Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias (mesmo que sejam repetidas) e dê-lhes atenção, afeto...
Acredite: dentro daquele velho coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

FAMÍLIA

de Francisco Azevedo

Família é prato difícil de preparar. São muitos
ingredientes.Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no
Ano Novo.Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige
coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um.



Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de
desistir.

Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida
falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a
vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos
entusiasmar e abrir o apetite.



O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares.
Súbito, feito milagre, a família está servida.



Fulana sai a mais inteligente de todas.Beltrano veio no ponto, é o mais
brincalhão e comunicativo, unanimidade.

Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo.

Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante.

Aquele o que surpreendeu e foi morar longe.

Ela, a mais apaixonada.

A outra, a mais consistente.
E você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me
fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e
objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis
nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do
gênero e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e
antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero.
Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua,
a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também
estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar.
Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria,
de raiva ou de tristeza.


Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco.
Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase
sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao
paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.


Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso
ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato
extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem
medido.



Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional.
Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a
colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita
de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.


O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família
perfeita.
Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha;
Família à Rossini, Família à Belle Meuniere; Família ao Molho Pardo,
em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria.
Família é afinidade, é à Moda da Casa. E cada casa gosta
de preparar a família a seu jeito.

Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas.
Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de
Família Dieta, que você suporta só para manter a linha.
Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente,
quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.


Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai
aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a
dia.
A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui,
que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança.
Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu.
O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça,
por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que
experimentar
e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas.
Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça,
no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo.
Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.



"Se tivéssemos consciência do quanto nossa vida é passageira,
talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades
que temos de ser e de fazer os outros felizes".

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Segredos - Frejat

Eu procuro um amor que ainda não encontrei
Diferente de todos que amei
Nos seus olhos quero descobrir uma razão para viver
E as feridas dessa vida eu quero esquecer
Pode ser que eu a encontre numa fila de cinema,
Numa esquina
Ou numa mesa de bar.

Procuro um amor que seja bom pra mim
Vou procurar, eu vou até o fim
E eu vou tratá-la bem
Pra que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer os meus segredos

Eu procuro um amor, uma razão para viver
E as feridas dessa vida eu quero esquecer
Pode ser que eu gagueje sem saber o que falar
Mas eu disfarço e não saio sem ela de lá

Procuro um amor que seja bom pra mim
Vou procurar eu vou até o fim
E eu vou trata-la bem
Pra que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer os meus segredos

Procuro um amor
Que seja bom pra mim
Vou procurar, eu vou até o fim.

Eu procuro um amor
Que seja bom pra mim
Vou procurar, eu vou até o fim

sábado, 2 de outubro de 2010

Sou Feliz

Eu sou!

Sou F e l i z, por ter amigos e poder dizer que os tenho.

Sou f E l i z, por ter uma família que convive! Com as qualidades e os defeitos de todos tem.

Sou f e L i z, por ter conhecimento e utilizá-lo da melhor forma possível no trabalho e na vida.

Sou f e l I z, por ser quem eu sou: Indivíduo único, com qualidades e defeitos.

Sou f e l i Z, por ser alguém que faz diferença na vida de outrem.

Sejamos felizes! Cada um a sua maneira e forma.

Lutem para conquistar a felicidade.

Não desistam. Digo que não é fácil. NÃO É MESMO!

Felicidades a todos.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Experiência Sudbrack


Hoje o post será dedicado ao memorável jantar no Restaurante da Chef Roberta Sudbrack.

...
Como muitos já sabem, sou apreciador de uma boa comida. Em todos os sentidos. Fazer. Provar. Degustar. Beber. Lavar. E começar tudo de novo...

Tudo começou de brincadeira.
Criar um usuário no Twitter (@ericksilver) aprender a usar a mais nova febre no mundo virtual. Escolher quem seguir. Quem não seguir. Mandar mensagens erradas. DM quando você realmente queria era fazer um RT. Enfim a novidade e suas agradáveis surpresas ou não.

Selecionei alguns "twiteiros" para seguir e um deles foi a Chef Roberta Subrack (@RobertaSudbrack).

Em seu Twitter Roberta nos mostra sua cozinha e nos deleita com seus pratos salgados e doces feitos com carinho e atenção. Não é fácil comandar uma equipe de cozinheiros, maitre, garçons, postar comentários impagáveis e divertidos, fotografar os pratos e nos entreter com a tarefa de preparar sempre uma boa experiência como ela se proprõe.

Convidei três amigos para irmos juntos ao restaurante.

Fiz uma reserva pois era uma noite onde eu e meus amigos desvendaríamos os "segredos" da Chef. (pura audácia!)

Chegamos ao restaurante na hora marcada.

Primeira surpresa minha reserva não estava confirmada. Ops. Será que esqueci de algo? Ok. Fui conversar com a maitre para entender o que poderia ter acontecido. E nos entendemos. Era necessário aguardar um pouco uma mesa que já estava para encerrar.

Neste meio tempo, peguntei se era possível falar (rapidamente) com a Roberta - já estou íntimo, rsrs. E não é que a própria depois de alguns minutos chega e com um lindo sorriso atende ao meu pedido de fã!!!! Fiquei nas nuvens a partir desse momento.

Ganhamos uma taça de espumante enquanto esperávamos nossa mesa. Um brinde surpresa! E que todos adoraram.

Nossa mesa foi preparada com toda formalidade e atenção e fomos conduzido a ela.

O garçon nos explicou como funcionava o Menu Degustação da casa e tínhamos agora a difícil tarefa de escolher qual Menu seria degustado. Nós quatro escolhemos o menu da Terça Básica que era formado por entrada + prato principal. Acrescentamos um vinho tinto, Cote du Rhone, para harmonizar.

Foi servido pães caseiros que "acordaram" no meio da tarde... Deliciosos, crocantes, quentes e acompanhados de um patê em perfeita harmonia.

A entrada veio em seguida. Uma bela salada de folhas verdes.


Nova rodada de pães caseiros. Agora com manteiga que derretia no pão e na boca.

O prato principal - Arroz com Pato. Quantidade perfeita. Apresentação nota 10. Sabor indescritível.


Já satisfeitos e pensando se pediríamos a sobremesa ou não. A maitre nos indagou sobre a própria. Uma pura transmissão de pensamentos. Sintonia. Pedimos duas - Canelone de maçã com farofa de damasco e Tartine de chocolate amargo.



O que já estava perfeito foi multiplicado por 10, 100, 1000.

(Brigadeiro de colher - Literalmente)

Se transformou em algo indescritível, transcedente. Nós quatro devoramos aquelas duas obras de arte gastronômica.

E chegamos ao grand finale. Solicitamos a conta. Pagamos.

E o "fã" apareceu novamente. Pediu para tirar uma foto com a Chef que lhe proporcionou uma grande e divertida noite para ele e seus amigos. Saindo com um sorriso de orelha a orelha. Pisando nas nuvens e pensando na próxima vez.



sábado, 17 de outubro de 2009

Como conseguir um divórcio rápido...

Comercial de humor negro mas muito interessante.

Mostrando um casal onde cada um não abre mão para a vida individual do outro.

Manter um casamento é uma tarefa muito árdua para alguns e tranquilas para outros.

+ + + + + + +
Casamento construído dia a dia. Mês a mês. Ano a ano.

Você deixa de ser um único ser e passa a ser um "ser duplo".
Os convites para os eventos viram obrigatório a ida dos dois. As conversas sobre o futuro ficam mais frequentes.

Paciência e perseverança serão exigidos ao extremo.

E com o passar do tempo conhecer o outro melhor que ele mesmo....

Assim é um resumo de um casamento.
+ + + + + + +

Para assistir o comercial:
http://www.youtube.com/watch?v=S0e5eVCpwsI

quinta-feira, 19 de março de 2009

O que será da próxima geração????

Depois de ler uma crítica sobre o filme "Entre os muros da escola", fiquei tentado a ver o trailer pelo menos e já me assustou deveras....

O filme retrata uma escola do suburbio da França. E podemos fazer um paralelo com nosso suburbio...

Não se assustem, nem fiquem desanimados para o futuro...



quarta-feira, 18 de março de 2009

RELACIONAMENTOS .... TÊNIS OU FRESCOBOL


Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos
(relacionamentos) são de dois tipos: há os casamentos do tipo "tênis" e há os casamentos do tipo "frescobol".
 

Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e  terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa. Explico-me.

 
Para começar, uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: "Ao pensar sobre a possibilidade do casamento, cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até sua velhice?". Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.

 

Scheherazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, e terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente: terminam na morte, como no filme O Império dos Sentidos. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música.

 

A música dos sons ou da palavra é a sexualidade sob a forma da
Eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer. Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras.

 

E, contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: "Eu te amo...".  Barthes advertia: "Passada a primeira confissão, 'eu te amo' não quer dizer mais nada". É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: "Erótica é a alma ".


 

O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário.
E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada - palavra muito sugestiva  que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O Prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

 

O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la.
Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é  um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de ´novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos... A bola são nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras.

 

Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá... Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão, e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.

 

Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem
- cresce o amor ... Ninguém ganha, para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro ´viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim..."

 

 

/Rubem Alves, Escritor, Psicanalista, Doutor em Filosofia, Doutor em Teologia, Educador e muito bem inspirado.../

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Férias, o que fazer?


Este ano será diferente.
Nada de sol, praia, sombra e agua fresca.

Será um "retiro espiritual". Um encontro comigo mesmo. Sem muita festa. Apenas o básico.

Caso eu resista será perfeito. Pois sempre é!
Mesmo que extraviem sua mala, o serviço de bordo não seja nada além de amendoim ou que chova depois de vc se arrumar para ir a piscina. Nada irá atrapalhar este momento de deleite.

Férias são assim. Sempre é prefeito. Tudo é perfeito e muitas risadas serão dadas e filmes vistos.

Até o próximo post, direto do meu "retiro espiritual".

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Não misture as coisas...



Amizade é amizade.
Dinheiro é dinheiro.

Coisas e sentimentos distintos e que não devem ser misturados de forma alguma.

Um amigo é pra toda vida. Mas pode durar apenas até o dia do pedido de um dinheiro emprestado.
Não é assim. Alguém pode pensar e até pode ser verdade. Mas 100% das vezes você e seu amigo vão se enrolar ou se stressar devido a este pedido e cada um ir para um lado e não mais olhar para trás.

Dinheiro é "pra sempre" até que a gente morra e fique tudo para nossa família "brigar" por ele - herança.

Algumas misturas são boas: Juntar os amigos num dia de sol e ir a praia. FANTASTICO. Já outras nem tanto: Dor no corpo + gripe + febre = dia de cama;  essa mistura é muito ruim.

Uma dica de graça para não ter problema com amigo e dinheiro:
Se algum amigo fizer o fatídico pedido:
  1. desligue o telefone
  2. finja um ataque de pânico
  3. desmaie e não levante até ele chamar a SAMU
  4. ria como um louco e assuste ele
  5. chore com desespero tipo novela das 8
  6. diga que não entendeu e que não precisa falar de novo
  7. diga em alto e bom som seu "nome" e pergunte se ele ouviu FINIVESTE? IBI? ou qualquer outra empresa financeira
  8. dê aquele papelzinho que te dão na rua de dinheiro fácil
  9. olhe sério e diga que a amizade de vocês está acima de tudo! Até de ouvir "o pedido". Se faça de surdo!
  10. Se você não conseguir fazer nenhuma das opções acima. Só lamento por você. Vai se stressar, ligar pra todos os conhecidos próximos, comentar com os amigos (outros) que não devia ter feito, mas fez. Enfim será um martírio.
Faça alguma loucura (de 1 a 9)  a altura destas que escrevi. Mas não empreste o dinheiro.

Você não é financeira e não precisa perder um amigo de longa data, seja lá a quantia que for. Não vale a pena sacrificar a bela amizade entre duas pessoas.
 
Pois como dizia minha mãe quando eu era pequeno: "Quem empresta não presta!"


* Aconteceu comigo e agora sei como proceder. Mas tive um stress danado e totalmente desnecessário. Que tive que envolver família...

sábado, 17 de janeiro de 2009

Obrigado, meus pais, por não precisarem da super Nanny pra me educar

Zapeando na TV sem definição do que ver e sem muita opção num sabado a noitinha. 

Passei no SBT e estava pra começar "Super Nanny" e parei pra ver qual era a "pestinha da vez".
Como sempre era um capetinha. Filho único. Mimado. Criado pela avó, que sofria com maus tratos do pestinha. E os pais trabalhavam fora e ficavam pouco tempo em casa. E devido a isso sofiam por estarem ausentes e nao ter controle sobre a criança. Coitados.

A Super Nanny chegou e viu o caos implantado na casa...

O Pai e a Mãe não tinham autoridade e sentiam-se mal por isso. Conversavam com o filho mas era como se nada fizessem.

Com o tempo a Super Nanny mostrou como deveria ser feito e a casa voltou a reinar a harmonia.

*************
Tudo isso é apenas um introdução para AGRADECER a minha educação  dada por meus pais.

Fui uma pestinha quando pequeno. Sei disso e tenho a exata noção de como eu era atentado.

Brigava com meu irmão e depois ligava pro serviço de minha mãe pra reclamar... Era um stress, só. E a noite era hora de ouvir o sermão da noite....

Com seus erros e acertos - saldo positivo (muitos acertos). 
Eles estavam ali. Sempre a meu lado e de meu irmão. Reclamando. Puxando as nossas orelhas. Obrigando a estudar, comer, dormir, ter responsabilidadesss... Curtindo a tarefa de ser pai e mãe de primeira viagem da maneira deles.

Nos dias festivos Dias das mães, pais, das crianças, páscoa, natal; festas juninas, passeios escolares, festas de 15 anos, bailes, eles ficavam felizes por participarem desses eventos.

Só tenho que agradecer por não precisar de "Super Nanny's".

Nada de psicologia "froidiana", "junguiana" e outras para criação de filhos sem traumas.

O importante mesmo é ter os pais, ou somente o pai ou somente a mãe, presente na hora dos puxões de orelhas, palmadas, abraços e sorrisos compartilhados.

Atenciosamente,
Seu filho.... sem traumas e sem precisar de livros de psicologia alternativas e educacionais.
Feliz simples assim com a vida e a família.


Rede para cinefilos

Depois de Orkuts, Facebooks, MySpaces, Tweeters e afins.

Descobri um site para trocar experiências e comentários sobre filmes.

SITE: http://www.moviemobz.com

Lá voce faz um cadastro (baâsico) e pode compartilhar seus comentários como fosse "Rubens Edwald Filho" no Oscar.

Indicar filmes. ver outros internautas cinéfilos e marcar encontros (pra ver filme e comentar depois) se rolar algo mais melhor ainda.....

Vai lá e conheça

sábado, 10 de janeiro de 2009

Juventude - Domingos de Oliveira

O filme retrata o encontro de velhos amigos na mansão de um deles.
Neste encontro, lembranças e novas estorias são faladas. Traições, alegrias, frustação e muita reflexao é disparada para o apreciador da setima arte.
Se puder ver vale muito a pena. Filme jovial e leve.

Trailer do filme:

domingo, 5 de outubro de 2008

Músicas que nos tocam

Sabe quando você ouve uma música e ela te toca e você não sabe por quê?

Pois é depois de um tempo você descobre.

Cresci ouvindo Legião, Capital, Ira entre outros como Titãs, Paralamas, Ultraje... Bem, chega tem muito mais. Gostava de todos, mas não era fã.

 

Cada um tinha seu estilo, sua tribo, sua irreverência...

Curtia o som e ponto final.

 

 

Depois da “febre” Faroeste Caboclo. Comecei a ouvir mais Legião e apreciar suas músicas e letras... O que é bem diferente - (diga-se de passagem).

 

Eles eram meio deprê-revoltados-contestadores. Falavam de política, criticavam. Revolução.

 

Dentre todas as músicas uma me chamou atenção numa época onde tudo tinha mudado. Morava sozinho, longe dos familiares, amigos. Nova fase da vida. Vida adulta!

 

Leila era o nome da música. Escrita como uma conversa sobre o passado e presente de dois amigos. Algo que passava na época.

Meu porto seguro era conversar com os amigos. Escrever cartas - isso mesmo!!! Nada de email.

 

Retro eu sei, mas era para ser especial para eles. Logo pra mim também.

 


Separei a letra da música para um novo Post.

Outras músicas em breve aparecerão.

 

Abraços pra que é de abraço e beijo para quem é de beijo.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Elsa & Fred, quero um amor assim...

Acabo de ver o filme "Elsa & Fred". Uma produção hispano-argentina de 2006 (eu acho).

Conta a historia de Elsa uma jovem senhora e sonhadora que conhece Fred um senhor sem muita alegria para viver. Iniciam um relacionamento onde se auto-ajudam. Ela devolve a alegria de viver a vida a Fred e este se torna o grande companheiro de que Elsa precisava alguém que a ouvia sem criticá-la seus rompantes extravagantes.

Quem não quer um relacionamento assim? Sincero e complementar?